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7 DE NOVEMBRO DIA DO RADIALISTA

A primeira emissora de rádio no Brasil foi fundada em 20 de abril de 1923, tendo como fundador Edgar Roquete Pinto, na Academia Brasileira de Ciências, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, com o prefixo PRA-A. Logo depois veio a Rádio Clube do Brasil PRA-B, fundada por Elba Dias.

Em São Paulo/SP, a primeira Emissora foi a EDUCADORA PAULISTA, fundada em 1924, e em Belo Horizonte, a primeira rádio foi a RÁDIO MINEIRA, fundada em 30 de maio de 1936. Hoje, lamentavelmente, fora do ar. Mas, a primeira transmissão do Rádio foi no dia 07 de setembro de 1922, durante a exposição comemorativa do centenário da independência. O discurso do então Presidente da República, Epitácio Pessoa, além de ser ouvido no recinto da exposição, chegou também em Niterói, Petrópolis e São Paulo, graças à instalação de uma retransmissora no Corcovado e de aparelhos de recepção nesses locais. Hoje são milhares de rádios espalhadas pelo país, levando alegria , entretenimento e informação para um Brasil de audiência, e principalmente ao ouvinte que sempre fez do Rádio, seu grande companheiro.

Sobre o Radialista

LEI Nº 11.327, de 24 de julho de 2006
Institui o Dia do Radialista.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica instituído, no calendário das efemérides nacionais, o Dia do Radialista, a ser comemorado no dia 7 de novembro, data natalícia do compositor, músico e radialista Ary Barroso.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Bras ília, 24 de julho de 2006; 185º da Independência e 118o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
João Luiz Silva Ferreira

Na época, quando fundou a primeira emissora de Rádio do Brasil, não existiam escolas para formação de Radialistas. Foram os Radiamadores os primeiros locutores, por já possuírem experiência com microfones. Uma característica era fazer uma programação cultural, que consistia em música Erudita, conferência e palestras que não interessavam ao ouvinte. Na Era do Rádio, o grande astro era "Vital Fernandes da Silva", o "Nhõ Totico", que permaneceu no ar por 30 anos. O mais incrível é que nessa época ele apresentava dois programas ao vivo e totalmente improvisados. Nos dias de hoje, com um ouvinte mais exigente, o radialista precisa de muita técnica e ter um padrão que se identifique com cada emissora.

Mas o ponto em comum entre eles tem que ser o carisma. Dentro de cada Radialista existe um inexplicável sentimento de dedicação e o interesse pelo que faz. Só o idealismo não é o suficiente, existe a necessidade do talento. Com milhares de bons Radialistas espalhados pelo Brasil, o Rádio é hoje rico, oferecendo boas opções para aquele que merece todo o nosso respeito: o ouvinte. O Radialista é um sonhador, um apaixonado que faz parte do cotidiano das pessoas.

DIA DO RADIALISTA, COMEMORAR O QUE?...

Em 21 de setembro comemora-se o dia da árvore e também dia do radialista, sincera e honestamente não sei se temos algo a comemorar neste dia. O homem vem acabando com as árvores na sua ambição de produzir e ter no bolso o seu dinheiro de forma legal e na maioria da vezes até ilegal, e nenhum deles pagam pelos crimes ambientais que cometem pois são protegidos pelas Leis ou por políticos que tem interesse em não vê-los atrás das grades pois perdem sua "boquinha". No setor profissional do rádio a situação ainda é pior, eu até ia me passando sem fazer pelo menos um pequeno registro neste humilde espaço deste dia que para alguns muito importantes, mas, para outros já não vale mais nada pela desvalorização a que estão levando a profissão de rádio e o próprio rádio em si. Tempos atrás quem era radialista batia no peito e tinha orgulho de dizer que era profissional do rádio, eram respeitados por todos e faziam por onde prevalecer este respeito.

Hoje a coisa está mudada e qualquer um se torna funcionário de rádio com a maior facilidade, mesmo que não saiba de onde começou e para onde vai o rádio. As maiorias destas empresas pertencem a grupos políticos que estão poucos interessados no bem estar da comunidade e numa empresa de qualidade, colocando em sua direção ou até mesmo para comandar programas qualquer um, sem nenhum preparo prévio e que só estão ali por serem "cupichas ou puxa sacos" dos senhores feudais donos das empresas de rádios. Alguns destes proprietários esquecem que eles montam uma empresa de rádio e ela se torna de utilidade pública, querem manter a mesma como se fosse o quintal de sua casa ou sua fazenda onde pode tudo e os funcionários tem que se submeterem a qualquer tipo de mazelas, infelizmente ainda existem pessoas que gostam disto, serem humilhadas e pisoteadas por seus considerados "chefões" e ainda acham lindo, pisando naqueles que realmente fazem o dinheiro entrar nos bolsos destes donos de empresas de rádio.

São bem poucas as emissoras que pertencem a particulares e que deixam seus funcionários trabalharem à vontade e com responsabilidade, com isto ganha o apoio e prestigio de uma comunidade. Sincera e honestamente não sei se os verdadeiros radialistas e não os "picaretas" de plantão têm hoje o que comemorar, aqueles que caíram em uma emissora de rádio de pára-quedas até pode ter o que comemorar, mas os verdadeiros profissionais hoje devem querer esquecer que são radialistas de verdade. Fui lembrado pela passagem do dia através de um telefonema por uma pessoa a quem tenho grande admiração, por que se não fosse isto, a data passaria sem uma lembrança da minha parte como já aconteceu no passado e têm acontecido nos últimos anos. Junte a tudo que foi escrito no texto em que você ainda ler, as brigas internas entre os que trabalham em rádio e bradam aos quatro cantos do mundo que são profissionais quando na realidade não passam de simples "mercenas", tem ainda o virar a cara para o lado quando um de outra rádio passa por quem está em determinado local.

Refiro-me aqui a falta de união que existe na categoria, pois aqueles que hoje estão chegando não respeitam ou não querem respeitar os que já estão na profissão a muito tempo, se achando os melhores ou os verdadeiros pops stars, existem alguns destes elementos que hoje estão infiltrados no meio radiofônico por que o dono da rádio lhe deve um favor ou por que ele tem um bom padrinho, para entrar na área por baixo, mas bem por baixo mesmo da porta ou de uma janela. Alguns caem até de paraquedas e não sabem onde estão e acham que são os verdadeiros donos da "cocada preta", existem ainda aqueles que só sabem mandar um abraço aqui outro ali e quando cai em suas mãos um texto para ler de "bate pronto" mostram que não estão prontos para estar no local em que lhes deram de graça ou em pagamento de uma divida política. É lamentável como estão fazendo rádio hoje em dia, sei muito bem que intrigas e fofocas existe em todo e qualquer ambiente de trabalho, mas em se tratando de um dos mais poderosos meios de comunicação a coisa poderia ser bem diferente, com mais união entre os que estão militando nos meios radiofônicos, mas como diz o velho ditado popular é "cada um puxando a carne para sua brasa" ou a lei de murici " cada um para si", quando na realidade todos deveriam ser unidos para que a classe fosse fortalecida e mais respeitada como já foi no passado.

Hoje quem está fora de rádio é tratado como marginal por quem está na atividade e sem nenhuma consideração a história de quem na verdade fez o rádio com respeito é hoje jogada no lixo e apagada da vida de quem tenta a todo custo mostrar aos seus "chefes" que são os bambans da sua sintonia. Na realidade ninguém é melhor que ninguém somos todos iguais perante Deus, alguns são diferenciados porque lêem mais procuram se adaptar as novidades de momento, mas nem com tudo isto tem o direito de querer passar por cima dos outros como se fosse um trator desgovernado.

Mas, como já ouvi de certa pessoa ainda na ativa em anos passados e por diversas vezes que para ele conseguir o que queria "passaria até por cima da própria mãe" não me surpreendo mais com tudo que ainda vejo hoje em dia com estes que ai estão. Seria muito bom que hoje fosse um dia para ser comemorado pelos verdadeiros profissionais e não pelos que "puxam saco", "bajulam" ou até mesmo vendem a "alma ao diabo" para continuar nos meios radiofônicos. É triste e lamentável que isto aconteça ainda nos dias de hoje, mas o pior que acontece e com grande frequencia. Na era da informática, da globalização e em pleno Século XXI, mas fazer o que! É como diz certo cidadão "fais paite" (é isto mesmo fais paite e não faz parte) só que desta estou fora e bem fora graças a Deus. Aos verdadeiros profissionais de rádio meus parabéns e meus respeitos, agora aos "picaretas e piratas do rádio" que continuem puxando saco dos patrões que com certeza terão pela frente um futuro "brilhante". Dia da árvore e do radialista, comemorar mesmo o que?



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05 de Novembro: Dia do Cinema Brasileiro

No dia 8 de julho de 1896, sete meses depois de os irmãos Lumière inaugurarem a sétima arte em Paris, o Rio de Janeiro exibiu a primeira sessão de cinema no Brasil. No ano seguinte, em 1897, Paschoal Segreto e José Roberto Cunha Salles abriram a primeira sala de cinema, também no Rio de Janeiro, na rua do Ouvidor.
A sala chamava “Salão Novidades de Paris” e exibiu o primeiro filme brasileiro em 1898.

O filme, rodado por Afonso Segreto, mostrava um documentário com imagens da Baía de Guanabara. Aliás, os documentários foram as primeiras produções brasileiras. Depois de 1912, começava uma incipiente produção nacional com “Os Três Irmãos” e “Na Primavera da Vida”, do cineasta Humberto Mauro. Mas foi somente em 1929 que foi lançado o primeiro filme brasileiro totalmente sonorizado. O filme se chamava “Limite” e foi filmado por Mário Peixoto.
Em 1930, o primeiro estúdio de cinema do Brasil foi instalado no Rio de Janeiro, por Adhemar Gonzaga. Chamado de Cinédia, o estúdio produzia comédias musicais e dramas populares.

Em 1941, surgiu a Atlântida, famosa produtora das chanchadas que marcaram época, revelando cineastas como Carlos Manga. No fim da década de 40, foi a vez do estúdio Vera Cruz, que começou a produzir filmes no estilo de Hollywood. Em 1952, o filme “O Cangaceiro”, rodado por Lima Barreto, conseguiu entrar no circuito internacional e foi premiado no Festival de Cannes em 1953.

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05 de Novembro: Dia da Ciência e da Cultura

Com a diversidade dos acontecimentos culturais, com os descobrimentos da ciência e os conflitos entre os rituais. No Brasil o dia 05 de Novembro é dedicado ao “Dia da Ciência e da Cultura”, pois, tão vasto, tão amplo, com tantas expressões diferentes, com distintas maneiras de ser, de viver, de conviver e de fé múltipla, que vão se modificando de lugar para lugar e, a todo o momento, não podemos falar de uma única cultura, mas de culturas plurais que o formam, e de ciências que descobrem e transformam.

O projeto foi criado em 15 de maio de 1970, a lei nº 5.579 instituiu o “Dia da Cultura e da Ciência”, comemorado a 5 de novembro de cada ano, como homenagem a data natalícia de figuras exponenciais das letras e das ciências, no Brasil e no mundo. A data teve como inspiração o Conselheiro Rui Barbosa, nascido a 5 de novembro de 1849.

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04 de Novembro dia do inventor

04 de Novembro

O dia dos Inventores é comemorado em 4 de novembro. O dia foi proclamado pelo inventor e empreendedor Gerhard Muthenthaler de Berlim .

Inventor

O dia serve para que possamos lembrar dos inventores esquecidos, os grandes inventores que melhoraram nossa vida, e as pessoas que usam suas próprias idéias para mudar as coisas para melhor.

Dia do invetor

Dia do Inventor

Tem gente que gosta mesmo de inventar e é tanta gente que o mundo fica cheio de invenções. Das mais malucas como um sapato que aquece o pé até um simples abridor de latas ou uma lâmpada. É... Olhando assim parece simples né? Mas não foi não. Tudo que existe no mundo um dia foi criado por alguém que gostava de inventar.

No Brasil temos muitas invenções. Você sabia, por exemplo, que o Escorredor de Arroz é uma descoberta brasileira? Pois é. E foi criado em 1959 pela cirurgiã dentista Therezinha Beatriz Alves de Andrade Zorowich que contou com a ajuda do marido para desenvolver o protótipo de alumínio que foi apresentado ao mundo na Feira de Utilidades Domésticas em maio de 1962.

E as Batatas Fritas? Com certeza você já comeu muita batata-frita, mas aposto que nem desconfia de quem as inventou, ou por acaso você acha que as batatas fritas nascem fritas? Não. Não. Não. Um dia, alguém teve a idéia de fritá-las em óleo fervente. Só não sabemos exatamente quem, e se foi mesmo em um castelo da Idade Média. Mas, embora ninguém saiba com certeza quem inventou a batata-frita, sabemos que quem as aperfeiçoou foram os belgas. São eles os donos das mais deliciosas receitas com batatas-fritas. Ir à Bélgica e não comer batata-frita é como ir ao circo e não ver o palhaço. Ou seja, não tem graça.



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03 de Novembro dia da Instituição do Direito e Voto da Mulher

No mês de novembro comemoramos conquistas importantes para o povo brasileiro, entre elas a conquista do direito do voto feminino.

Hoje no Brasil o direito ao voto é assegurado a todos os cidadãos maiores de 18 anos. Mas nem sempre foi assim. Em 1822, um pouco depois da independência do País, só votavam os homens brancos e ricos. Os pobres não tinham esse direito, e os negros eram escravos, portanto serviçais, as mulheres nem pensar.

Faz só 76 anos que a mulher brasileira ganhou o direito de votar nas eleições nacionais. Esse direito foi obtido por meio do Código Eleitoral Provisório, de 24 de fevereiro de 1932. Mesmo assim, a conquista não foi completa. O código permitia apenas que mulheres casadas (com autorização do marido), viúvas e solteiras com renda própria pudessem votar.



As restrições ao pleno exercício do voto feminino só foram eliminadas no Código Eleitoral de 1934. No entanto, o código não tornava obrigatório o voto feminino. Apenas o masculino. O voto feminino, sem restrições, só passou a ser obrigatório em 1946.


Alzira Soriano foi eleita prefeita de Lajes (RN) em 1928

O direito ao voto feminino começou pelo Rio Grande do Norte. Em 1927, o Estado se tornou o primeiro do país a permitir que as mulheres votassem nas eleições.

Naquele mesmo ano, a professora Celina Guimarães --de Mossoró (RN) se tornou a primeira brasileira a fazer o alistamento eleitoral. A conquista regional desse direito beneficiou a luta feminina da expansão do "voto de saias" para todo o país.

Mulheres no poder

Carlota Pereira de Queiroz foi eleita deputada federal em 1933

A primeira mulher escolhida para ocupar um cargo eletivo é do Rio Grande do Norte. Foi Alzira Soriano, eleita prefeita de Lajes, em 1928, pelo Partido Republicano. Mas ela não terminou o seu mandato. A Comissão de Poderes do Senado anulou os votos de todas as mulheres.

Em 3 de maio de 1933, a médica paulista Carlota Pereira de Queiroz foi a primeira mulher a votar e ser eleita deputada federal. Ela participou dos trabalhos na Assembléia Nacional Constituinte, entre 1934 e 1935.

A primeira mulher a ocupar um lugar no Senado foi Eunice Michiles (PDS-AM), em 1979. Suplente, ela assumiu o posto com a morte do titular do cargo, o senador João Bosco de Lima. As primeiras mulheres eleitas senadoras, em 1990, foram Júnia Marise (PRN-MG) e Marluce Pinto (PTB-RR). Suplente de Fernando Henrique Cardoso, Eva Blay (PSDB-SP) assumiu o mandato dele quando o tucano se tornou ministro do ex-presidente Itamar Franco.

Em 1994, Roseana Sarney (pelo então PFL) foi a primeira mulher a ser eleita governadora, no Maranhão. Em 1996, o Congresso Nacional instituiu o sistema de cotas na Legislação Eleitoral --que obrigava os partidos a inscreverem, no mínimo, 20% de mulheres nas chapas proporcionais. No ano seguinte, o sistema foi revisado e o mínimo passou a ser de 30%.

A primeira mulher ministra de Estado foi Maria Esther Figueiredo Ferraz (Educação), em 1982. Hoje, as mulheres não só estão à frente de vários ministérios como há uma Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres --chefiada por Nilcéa Freire, que tem status de ministra.

Apesar do avanço feminino na política, o Brasil ainda não teve nenhuma mulher eleita presidente. Entre as ministras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está Dilma Rousseff (Casa Civil), cotada como possível candidata do PT à Presidência da República, em 2010. Outra ministra, Marta Suplicy (Turismo) é a favorita dentro do PT para disputar a Prefeitura de São Paulo nas eleições de outubro de 2008. Seu nome também é cotado para a eleição para o governo de São Paulo, em 2010.

Cento e oitenta anos depois, a história mudou e transformou o voto feminino em fator decisivo no quadro político nacional. Nas eleições deste ano o voto da mulher teve um peso muito importante. Ele representou cerca de 51% do eleitorado nacional. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral foram 58.604.626 mulheres contra 56.431.895 homens.
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DIA DE FINADOS

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos". O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

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Dia de Todos os Santos

História

No Brasil o dia de "Todos os Santos" é celebrado no dia 01 de novembro e o de "Finados" no dia 02 de novembro. O dia de todos os santos, no Brasil dito: dia de finados [errado porque a celebração é a mesma e com a mesma designação em toda a Igreja, com o objetivo de suprir quaisquer faltas dos fiéis em recordar os santos nas celebrações das festas ao longo do ano]. Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.

O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao facto frequente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses/eparquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos. A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registo (Século IV) de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.

Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo. Inicialmente apenas mártires (com a inclusão de São João Baptista), depressa se deu grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não terem sido mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida a Deus e assim a designação "todos os santos" visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (processo regularizado, iniciado no Século V, para o apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de beato ou santo, e pelo qual se institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa).

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halloween

História

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão(samhain significa literalmente "fim do verão").

A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:

Origem Pagã

A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davamo ao ano novo celta. A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

Origem Católica

Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e "All Hallow Een" até chegar à palavra atual "Halloween".


Etimologia

Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow EveningHallowe'enHalloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.

Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.

A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.

Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica.


Atualmente

Se analisarmos o modo como o Halloween é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha ao princípio. Além disso foi sendo pouco a pouco incorporada toda uma série de elementos estranhos tanto à festa de Finados como à de Todos os Santos.

Entre os elementos acrescidos, temos por exemplo o costume dos "disfarces", muito possivelmente nascido na França entre os séculos XIV e XV. Nessa época a Europa foi flagelada pela Peste Negra e a peste bubônica dizimou perto da metade da população do Continente, criando entre os católicos um grande temor e preocupação com a morte. Multiplicaram se as Missas na festa dos Fiéis Defuntos e nasceram muitas representações artísticas que recordavam às pessoas a sua própria mortalidade, algumas dessas representações eram conhecidas como danças da morte ou danças macabras.

Alguns fiéis, dotados de um espírito mais burlesco, costumavam adornar na véspera da festa de finados as paredes dos cemitérios com imagens do diabo puxando uma fila de pessoas para a tumba: papas, reis, damas, cavaleiros, monges, camponeses, leprosos, etc. (afinal, a morte não respeita ninguém). Também eram feitas representações cênicas, com pessoas disfarçadas de personalidades famosas e personificando inclusive a morte, à qual todos deveriam chegar. Possivelmente, a tradição de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura (trick or treat, "doce ou travessura"), teve origem na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos (1500 1700). Nesse período, os católicos ingleses foram privados dos seus direitos legais e não podiam exercer nenhum cargo público. Além disso, foram lhes infligidas multas, altos impostos e até mesmo a prisão. Celebrar a missa era passível da pena capital e centenas de sacerdotes foram martirizados.Produto dessa perseguição foi a tentativa de atentado contra o rei protestante Jorge I. O plano, conhecido como Gunpowder Plot ("Conspiração da pólvora"), era fazer explodir o Parlamento, matando o rei, e assim dar início a um levante dos católicos oprimidos. A trama foi descoberta em 5 de novembro de 1605, quando um católico converso chamado Guy Fawkes foi apanhado guardando pólvora na sua casa, tendo sido enforcado logo em seguida. Em pouco tempo a data converteu se numa grande festa na Inglaterra (que perdura até hoje): muitos protestantes a celebravam usando máscaras e visitando as casas dos católicos para exigir deles cerveja e pastéis, dizendo lhes: trick or treat(doce ou travessuras). Mais tarde, a comemoração do dia de Guy Fawkes chegou à América trazida pelos primeiros colonos, que a transferiram para o dia 31 de outubro, unindo a com a festa do Halloween, que havia sido introduzida no país pelos imigrantes irlandeses.Vemos, portanto, que a atual festa do Halloween é produto da mescla de muitas tradições, trazidas pelos colonos no século XVIII para os Estados Unidos e ali integradas de modo peculiar na sua cultura. Muitas delas já foram esquecidas na Europa

Novos elementos do Halloween

A celebração do 31 de Outubro, muito possivelmente em virtude da sua origem como festa dos druidas, vem sendo ultimamente promovida por diversos grupos neo-pagãos, e em alguns casos assume o caráter de celebração ocultista. Hollywood fornece vários filmes, entre os quais se destaca a série Halloween, na qual a violência plástica e os assassinatos acabam por criar no espectador um estado de angústia e ansiedade. Muitos desses filmes, apesar das restrições de exibição, acabam sendo vistos por crianças, gerando nelas o medo e uma idéia errônea da realidade. Porém, não existe ligação dessa festa com o mal. Na celebração atual do Halloween, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno da bruxaria. As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros, no entanto isso não reflete a realidade pagã.


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Álbum de figurinhas da Restart Quem é louca de não colecionar?

Você se lembra da matéria que publicamos em agosto sobre a parceria entre a Restart e a Editora On line? Pois é, além daqueles materiais lindos que já estão disponíveis nas bancas de jornal, como megapôsteres, books e até adesivos, agora você poderá colecionar um álbum de figurinhas dos meninos!

O Livro Ilustrado Restart yes!Teen traz fotos de bastidores e shows da banda, além de cliques dos integrantes de quando eram bebês (own!). Tudo isso em 216 cromos imperdíveis :)

O álbum custa R$ 4,50 e cada envelope de figurinhas (com 4 cromos) sai por R$ 0,75.
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Rainha do YouTube


A disputa entre Lady Gaga e Justin Bieber na briga pela coroa do YouTube continua acirrada. Entretanto, quem alcançou a marca de 1 bilhão de views primeiro foi Lady Gaga. A proeza aconteceu no último domingo, dia 24. Por conta disso, a cantora aproveitou para comemorar. "Atingimos 1 bilhão de visitas no YouTube, monstrinhos! Se nos unirmos, conseguimos qualquer coisa. Eu coroo vocês reis e rainhas do YouTube. Vamos nos unir!", tweetou a diva.

Justin Bieber segue atrás de Gaga com 965 milhões de visitas, porém o vídeo mais assistido do site ainda é do gato. Baby foi visto mais de 366 milhões de vezes, enquanto Bad Romance tem 297 milhões de views. Na semana passada, o cantor postou em seu site oficial um convite para que todas as fãs continuem assistindo aos seus vídeos no YouTube e assim conquistar o seu primeiro bilhão de views.
 
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